quarta-feira, 9 de julho de 2014

Etnográfica vol. 18 (2)
Já disponível em acesso livre
[Texto integral em HTML e PDF da versão impressa]

Dossiê "Anthropology and the neoliberal agenda"
Jon P. Mitchell e Noel Dyck
Caroline Knowles e Roger Burrows
Noel Dyck
Jon P. Mitchell
Memória
Marina Pignatelli
Carlos Ramos Oliveira
Susana de Matos Viegas e João de Pina-Cabral
Brian Juan O’Neill
José Gabriel Pereira Bastos
Jorge Freitas Branco
Miguel Vale de Almeida
Cristiana Bastos
Manuela Ivone Cunha
Maria de Fátima Amante
Xerardo Pereiro

Entrevista
Entrevista com Maria Beatriz Rocha-Trindade, por Marina Pignatelli

quinta-feira, 3 de julho de 2014

 03 de Julho de 2014

COLÓQUIO  “A GRANDE MIGRAÇÃO DE RETORNO” 1974 - 1975

21H30 - Abertura:  Dr. Delfim Sousa , Vereador da Cultura

                                Drª Rita Gomes – Presidente da Direção da AEMM

Intervenções:

                   Profª Doutora Maria Beatriz Rocha – Trindade

                  Tema:  “Duas designações adotadas para um mesmo conceito: Retornar e Regressar”


                   Dr. Amândio de Azevedo

                   Tema:  “A grande Migração de Retorno” (1974 / 1975)


Moderadora: Drª Manuela Aguiar – Presidente da Assembleia Geral da AEMM


Debate com a participação do Dr. Durval Marques, fundador da Academia do Bacalhau de Joanesburgo e de portugueses regressados de África

Organização: 
Câmara Municipal de Gaia e “Mulher Migrante –  Associação de Estudo, Cooperação e Solidariedade”

Local: Arquivo Municipal de Gaia Sophia de Mello Breyner

Este encontro resulta de uma parceria da Câmara Municipal de Gaia e da Associação de Estudo Mulher Migrante, com  intervenção do Dr Amândio de Azevedo, antigo Deputado da Assembleia Constituinte,  Ministro do Trabalho e Embaixador da CEE no Brasil, que foi, em 1975, Secretário de Estado para os Retornados. A Introdução "Duas designações adotadas para o mesmo conceito: retornar e regressar", ficará a cargo da Prof Doutora Maria Beatriz Rocha Trindade.

terça-feira, 1 de julho de 2014

1 e 2 de Julho de 2014

Lusophone Studies Association
Conferência Internacional: Perspectivas Lusófonas. Transnacionalismo, Multiculturalismo e Cosmopolitismo
Lisboa, FCSH/NOVA


Abrangendo vários países e continentes, como Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, os estudos lusófonos configuram uma área académica transnacional e cosmopolita que inclui, presentemente, cerca de 250 milhões de falantes do português.

Como consequência de décadas de intensos fluxos migratórios transnacionais de população falante do português, verifica-se um significativo número de populações imigrantes lusófonas, que se constituem, hoje em dia, em grandes comunidades espalhadas por todo o mundo, com especial representação nos Estados Unidos da América, Canadá, França, Brasil, África do Sul e em muitos outros destinos a nível mundial. Os Estudos Lusófonos – o estudo do mundo lusófono é uma área multidisciplinar de grande abrangência que inclui diversas perspectivas cosmopolitas que têm contribuído para conhecimento destas diásporas e da língua portuguesa na atualidade.

Tendo em conta o legado histórico e os contextos contemporâneos, a realidade lusófona tem sido configurada por um conjunto de factores históricos, sociais, políticos e económicos, bem como por velhos e novos padrões migratórios entre países lusófonos e não lusofónos. O impacto deste fenómeno é bem visível quer a nível geográfico quer a nível da construção etno-cultural de identidades lusófonas em muitos países. Os Estudos Lusófonos incidem sobre estas perspectivas e cruzamentos, privilegiando uma abordagem interdisciplinar que visa o desenvolvimento de uma área de estudo inclusiva sobre as questões atuais em estreito diálogo com o passado histórico.

A Comissão Organizadora incentiva a apresentação de propostas de comunicação sobre as múltiplas dimensões dos Estudos Lusófonos, sendo os principais temas de debate e reflexão os seguintes:

- Migrações Lusófonas e Transnacionalismo. Principais Tendências
- Perspectivas Históricas e Cosmopolitismo
- Literatura e Lusofonias
- Diálogos Culturais e Estéticos Lusófonos
- Educação Global e o Mundo Lusófono
- Cidadania e Interculturalidade
- Lusofonia na Era Digital
- Desporto e Identidades

Mais informações: aqui

segunda-feira, 2 de junho de 2014

La Communaute Silencieuse ; Histoire De L'Immigration Portugaise


Parcourant un siècle d'histoire de l'immigration portugaise en France, La communauté silencieuse est un livre de mémoire pour comprendre cette présence portugaise et les raisons profondes qui ont contraint de très nombreux Portugais à l'exil tout au long du XXe siècle. De l'engagement des soldats portugais dans la Première Guerre mondiale à l'action des républicains portugais en France et en Espagne, des grandes vagues de migrants fuyant la dictature Salazar aux difficultés économiques récentes, les causes sont nombreuses qui poussèrent tout un peuple à se questionner sur l'avenir de sa nation. L'exil pour un avenir meilleur a ponctué l'histoire du Portugal au point que les Portugais constituent aujourd'hui la première communauté en France, silencieuse dans son histoire douloureuse, mais active dans son désir d'intégration. Repères historiques, textes de spécialistes et témoignages personnels d'émigrés, composent ce livre de référence.

L'auteur
Coordinateur de cet ouvrage, Manuel Dias Vaz est arrivé en France en 1964 pour fuir le fascisme et les guerres coloniales au Portugal. Il coordonne régulièrement des travaux sur l'histoire de l'immigration en France. Il a été directeur du FASILD ACSE dans le grand Sud-ouest. Il est aujourd'hui président du Rahmi (Réseau aquitain pour l'histoire et la mémoire de l'immigration), membre du conseil d'orientation de la Cité nationale de l'histoire de l'immigration et président-fondateur du Comité Aristides de Sousa Mendes.

"L'Émigration Portugaise vers l'Europe et la France", Maria Beatriz Rocha-Trindade, pp. 45-64.

Aquisição: aqui

sábado, 12 de abril de 2014

12 de Abril de 2014

Conferência:

Os que “Saem” e os que “Entram” em Portugal. Diversidades Culturais e Interacção


É por de mais conhecida a mobilidade existente em Portugal ao longo de toda a História. Tanto os que saem do país como os que nele têm entrado, respondem a conjunturas políticas que proporcionam a realização de programas internacionais e de projectos pessoais. Haverá, no entanto, que considerar os tempos e os espaços em que se processa este fenómeno social, o que naturalmente altera as suas características e a sua configuração ao longo do tempo.

Situar os movimentos migratórios obriga a considerar a época em que têm lugar, o que melhor faz compreender o conjunto de elementos que facilitam ou dificultam a deslocação: motivações, possibilidade de concretizar projectos gizados, regresso à origem, inserção no espaço de destino e dupla pertença traduzida por um "somar de pátrias".

O envolvimento emocional que acompanha todo o itinerário migratório produz formas de interacção e de relacionamento que se concretizam de diferentes maneiras e se expressam tanto em espaço público como em espaço privado. A sua visibilidade testemunha quanto os ausentes procuram assegurar uma presença, que tantas vezes exprime a ligação transnacional que desenvolveram e procuram manter.
As migrações, cuja dinâmica faz parte da própria sociedade, não só alteram de forma bem clara a composição demográfica de cada um dos países implicados como modificam genericamente a situação social, económica e cultural tanto do país de origem como do país receptor.

Org.: Associação Internacional de Paremiologia-IAP
Local: Biblioteca Municipal Álvaro Campos, Tavira

quinta-feira, 13 de março de 2014

13 e 14 de Março de 2014

IICT, CRIA e Núcleo de Antropolgia da Religião apresentam a conferência final do projeto "A Invisibilidade da Morte entre as Populações Migrantes: vulnerabilidades e gestões transnacionais"


Abstract:
In spite of the interest that the recent status of Portugal as an immigration country arises and all the research that has been done, some important issues dealing with immigrant´s states of suffering and death, the “states of affliction” have hardly been dealt with. Death, in particular, remains a difficult but crucial aspect that has not been touched by the studies on migration. 
How do immigrants perceive death and dying and incorporate them in their conceptualization of the diaspora? How do different immigrant groups conceptualize other groups´ suffering and death? How do the Portuguese look upon the death of the immigrants, a subject ever hardly spoken of and which raises a series of prejudices and mystifications?
In a western society where death has become a major taboo, and is thought of as something that only happens to the others, this estrangement towards life´s last rite of passage moves on to the realm of myth and prejudices that affect immigrants in Portugal, and the invisibility of death becomes a true reality. Yet, for immigrants themselves, it is a reality that often conditions the relation with the home country. Death is thus here looked upon not as a moment in time but as a process, which involves specific emotional states and triggers the use of rituals in order to cope with the unavoidable distress, acquiring more complicated aspects when away from home.
This two days conference pretends to analyze the multiple levels that death touches upon, from the symbolic to the more practical ones. Death is one realm in which a transnational approach is mandatory—along with critical debate on the meaning of “transnational” and its manifold features. It entails an intense circulation of material goods and wealth, but also of highly symbolic significant universes which circulate along with the goods and the people: the corpse, but also the spirits and the relations with the other world that people brought along into the diaspora situation. Trapped in a condition of liminality, part of two worlds -- the home grounds and the novel territory they try to adapt to—, wishing for a justification to go home, it is often death that triggers the movement: either the death of someone here and the body that has to be sent back or the death of someone dear back home. Such circulation luxury becomes real through solidarity movements based on associations of migrants or some type of intra-groups solidarity.

The seminar will have a double format. On the one hand, several of the researchers on the research project “The invisibility of death among migrants in Portugal” ((PTDC/CS-ANT/102862/2008) will present their findings on the project. We will also have some invited guest lecturers. For the time being, we are counting on the participation of several specialists on the Anthropology of death and ritual, such as Maurice Bloch (London School of Economics), Eric Gable (University of Mary Washington) and Peter Metcalf (University of Virginia). But we want to open the seminar to the dialogue with other fellow colleagues who are interested on the subject. We therefore welcome a restricted numbers of papers that will allow us to compare the Portuguese case with other research done on the topic of immigrants terminal diseases and death. These papers, which we plan to later on edit on a joint volume to be published by Cambridge Press may address issues of the deconstruction of prejudiced notions of what happens with the immigrants´ dead bodies; symbolic representations of immigrants death; practical issues, such as legal processes involved to send the bodies home; other issues of the trans nationalization of death; special studies on attitudes towards death and rituals in specific ethnographic contexts. We will accept papers centered on ethnography as well as more theoretical ones.
Organizers: Tropical Research Institute (IICT) and CRIA (Center for Research in Anthropology, Anthropology of Religion Group)

Convenors: Convenors: Clara Saraiva, Irene Rodrigues, Simone Frangella, Max Ramos

Mais informações: aqui

quarta-feira, 12 de março de 2014

12 e 13 de Março de 2014




A Conferência Internacional da Emigração Portuguesa Contemporânea, terá lugar no ISCTE-IUL. Estarão presentes os investigadores que pesquisam a emigração actual para países da Europa, Angola e Brasil, entidades públicas e privadas que lidam com emigrantes, bem como o Professor Russell King (Sussex University), que enquadrará as migrações no Sul da Europa.